Estudo avalia uso do cinto de segurança na atividade de enlonamento de cargas rodoviárias

- 25 de Janeiro de 2021
A queda de trabalhadores durante suas atividades, infelizmente, é a principal causa de acidentes de trabalho. No Brasil a Norma Regulamentadora NR-35 trata especificamente deste assunto, no entanto, a sua aplicação ainda necessita de melhorias para qualificar o gerenciamento do risco da altura nos postos de trabalho e diminuir efetivamente os acidentes. O assunto foi tema de estudo realizado pelo engenheiro civil e professor, Paulo César Pinto e pelo aluno do Curso de Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho da UnC, Carlos Roberto Johann, e pulicado na edição de fevereiro da Revista Proteção, uma das principais publicações da área de Engenharia de Segurança do Trabalho no Brasil. “É muito comum vermos no dia a dia trabalhadores se colocando em situações de risco para realizar alguma atividade em altura. Isto mostra o quanto o assunto é importante e relevante, ainda mais quando sabe-se que uma queda de altura pouco maior que 1,5 m já pode ser fatal”, explica o professor Paulo César Pinto, que também atua como docente do Programa de Mestrado em Engenharia Civil, Sanitária e Ambiental da UnC.
Levando em consideração os danos que uma queda de altura pode acarretar aos colaboradores que utilizam um EPI ineficiente desenvolveu-se um estudo em uma empresa do ramo de enlonamento de cargas abertas sobre carrocerias de caminhões. Atualmente, a empresa trabalha de forma terceirizada para uma indústria do ramo de papel e embalagem. Nesse cenário realizada buscou identificar se a empresa está realizando gerenciamento e controle do cinto de segurança entregue aos seus colaboradores; e se há alguma ferramenta de inspeção eficaz na identificação de irregularidades pelo usuário. O professor Paulo César explica que a aplicação prática do estudo mostrou que haviam irregularidades importantes em empresa de transportes situada no Oeste Catarinense e que havia necessidade de melhorias em processos. Dentre as melhorias propostas, a utilização de TAG como medida adicional de controle dos equipamentos de segurança.
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